Por adm | Segunda-feira, 14 Maio , 2012, 21:50

A mudança para a Televisão Digital Terrestre (TDT) está a deixar centenas de habitantes do distrito de Portalegre com os nervos à flor da pele.

Marvão, Castelo de Vide e Nisa são os concelhos onde os problemas de receção do sinal da TDT são mais graves, mas desde há uma semana que começaram também a surgir problemas em outros concelhos como Portalegre e Crato.

Na cidade de Portalegre as queixas avolumaram-se nos últimos dias devido à inexistência de sinal, sobretudo durante a noite.

Em Gáfete, concelho do Crato, o problema é ainda mais grave. Quem adquiriu apenas o descodificador está sem ver televisão 24 horas dia há também uma semana.

fonte:http://www.radioportalegre.pt/


Por adm | Segunda-feira, 14 Maio , 2012, 21:48

A Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) justificou hoje que reforçou a cobertura do sinal digital de televisão no território acima do que estava obrigada, devido ao "descontentamento" dos autarcas.

Segundo a ANACOM, apenas seis por cento da população, localizada em zonas fronteiriças ou de pouca densidade populacional, não tem acesso ao sinal digital terrestre, ficando obrigada a adquirir equipamento específico, que custa cerca de 60 euros.

Em resposta enviada à agência Lusa, fonte da ANACOM precisou que o concurso de substituição do sinal analógico pelo digital previa uma cobertura de 86,5% da população e a PTC, entidade que ganhou o concurso, propôs 87%.


fonte:http://expresso.sapo.pt/tdt


Por adm | Terça-feira, 08 Maio , 2012, 22:59

Há zonas do país onde é muito difícil captar o sinal digital. Uma semana depois do apagão, Mira, no distrito de Coimbra, ficou sem ver televisão, apesar de ter dois emissores a 30 quilómetros e de ficar numa zona plana, no Litoral. Uma fonte ligada ao processo de transição para a TDT, explica ao SOL que há até zonas «onde o sinal analógico era excelente e que agora têm imensa dificuldade em captar o digital».

Medições oficiais são feitas pela PT

A mesma fonte esteve esta semana a realizar medições experimentais no terreno e concluiu que «quanto mais vamos para o interior, ou zonas montanhosas, mais fácil é estarmos numa zona sem sinal» . Aliás, a cobertura está, segundo esta fonte, «fraca em todo o território, excepto nos centros urbanos» .

A PT (empresa responsável pela transmissão do sinal) assegura, porém, que 94% da população está a receber televisão digital por via terrestre, sem problemas, e que os restantes 6% recebem o novo sinal por satélite.

Ao ter como critério de cobertura a população e não o território, ficam de fora do radar regiões do país de baixa densidade populacional – o que pode explicar a discrepância entre a informação oficial e as medições feitas esta semana, no terreno, por um especialista ouvido pelo SOL .

Não existe qualquer entidade externa a fazer medições sobre a cobertura no território, uma vez que, como explica a própria PT, é a empresa que distribui o sinal que faz os testes para perceber se existe ou não dificuldades na recepção da TDT. «Tal como fazíamos quando havia sinal analógico, estamos sempre a acompanhar este processo, que não está terminado» , diz fonte oficial da PT.

Analógico chegava a mais portugueses

Segundo o caderno de encargos, a empresa de telecomunicações ficou obrigada a cobrir apenas 90% da população. Mas, na Europa, as médias obrigatórias são muito superiores; em Espanha e no Reino Unido, a cobertura chega a 98,5% da população e em França está nos 97,3%. A única excepção é a Alemanha que está abaixo dos 95%, onde há 40 canais via satélite em sinal aberto.

No tempo do sinal analógico, a televisão chegava em média a 95% da população portuguesa, sendo que a RTP1 era vista por 98% dos portugueses.

«Tudo o que envolve o reforço da cobertura é um mistério» , diz Sergio Denicoli, professor da Universidade do Minho. O autor do blogue ‘TV Digital em Portugal’ ( tvdigital.wordpress.com ) recorda, aliás, que os últimos dados que a Anacom divulgou sobre a cobertura «são de Fevereiro e estão desactualizados» .

Sergio Denicoli diz que está também por perceber quem pagou os retransmissores instalados – se as autarquias, se a PT. «É um dado que venho tentando descobrir há meses mas nem a Anacom nem a PT me responderam» .

Autarquias criticam processo

Há uma semana, a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) teceu duras críticas à transição para o digital. Artur Trindade, da ANMP, classificou como «vergonhoso e escandaloso» o processo de passagem para a TDT, que deixou «sem acesso à informação e à televisão» muitos portugueses. «E principalmente onde é que isto acontece? Acontece exactamente nas zonas do interior do país. Isto é uma injustiça social» , disse à Lusa Artur Trindade.

Como exemplos, deu Monchique, no Algarve, e outros municípios do interior da região Centro, com índices de cobertura de «apenas 30%» .

Eduardo Cardadeiro, administrador da Anacom, contrapõe que «nenhum município ficou sem televisão depois do apagão» e que «não existe um que receba apenas o sinal do satélite» . Ao SOL , Cardadeiro diz ainda que, pela primeira vez em Portugal, «o sinal chega a todas as pessoas. Com a televisão analógica isto nunca aconteceu» .

O administrador sublinha que esta entidade recebeu 4.065 telefonemas de pessoas que não se prepararam para a TDT, um número que a Anacom considera «pouco expressivo» . No entanto, admite que «existirão outros que não telefonaram» , apesar de também terem ficado sem sinal de TV.

fonte:http://sol.sapo.pt/


Por adm | Quinta-feira, 03 Maio , 2012, 22:59

O presidente da Câmara Municipal de Marvão está “indignado” com o processo de transição para a Televisão Digita Terrestre (TDT), que deixou 50% do concelho “sem televisão”.

Victor Frutuoso considera que a situação é “lamentável e inadmissível” e que mais uma vez a população do interior ficou excluída da igualdade de oportunidades, o que, segundo o autarca, revela “falta de respeito” por parte das entidades envolvidas no processo de transição para a TDT. 
 

De acordo com Victor Frutuoso, metade da população do concelho de Marvão está na chamada zona sombra, o que significa que desde o passado dia 26 de Abril, data do apagão analógico final, deixou de ter acesso a emissões televisivas. 

O autarca acrescentou que está empenhado em resolver o problema e espera reunir com responsáveis da Portugal Telecom - PT, com a maior brevidade possível, para minimizar os danos causados à população. 

fonte:http://www.radioportalegre.pt/i 


Por adm | Quarta-feira, 02 Maio , 2012, 23:29

No total, após a última fase de desligamento dos emissores analógicos no País, a Anacom registou 4065 telefonemas para a linha de apoio da TDT por parte de pessoas que ficaram sem televisão por não se terem preparado atempadamente. Desse número, 1600 chamadas registaram-se na primeira fase, que terminou a 23 de Fevereiro, e 201 na segunda fase, quando se deu o desligamento do sinal analógico de televisão nos Açores e na Madeira. Após o ‘apagão’ de 26 de Abril registaram-se 2264 chamadas telefónicas.

Apesar do processo de implementação da Televisão Digital Terrestre estar concluído, o processo de migração para a TDT ainda continuará nas próximas semanas ou meses, visto que nem todas as pessoas fizeram ainda a adaptação para a televisão digital. “Os emigrantes que virão a Portugal no Verão farão a migração apenas nessa altura, o mesmo acontecendo a muitas pessoas que têm segunda habitação, havendo ainda seguramente casos em que as pessoas vão fazendo faseadamente a adaptação dos segundos e terceiros televisores”, adianta a Anacom.

Por isso, o prazo de vigência do programa de subsidiação e de comparticipação foi prolongado até 31 deA, de modo a que aqueles que apenas tardiamente consigam fazer a migração não fiquem lesados e possam ainda beneficiar desses apoios, mesmo migrando depois de estar concluído o ‘apagão’.

Recorde-se que existe um subsídio equivalente a 50% do preço do equipamento descodificador, terrestre ou satélite, com o limite de 22 euros a que têm direito os beneficiários do Rendimento Social de Inserção, reformados e pensionistas com rendimento até 500 euros mensais e os portadores de um grau de deficiência igual ou superior a 60%.

A Anacom criou ainda um subsídio à instalação de antenas, incluindo parabólicas, no valor de 61 euros, destinado a pessoas com 65 ou mais anos de idade que vivam em situação de isolamento social e que estejam como tal referenciadas pela segurança social.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


Por adm | Terça-feira, 01 Maio , 2012, 22:01

A PT anunciou que vai alargar a oferta de internet móvel de quarta geração, um movimento comum às restantes operadoras e que resulta da libertação da faixa de frequência dos 800 MHzdo que ocorreu com o fim da TDT.

Num comunicado enviado esta terça-feira, a Portugal Telecom (PT) diz que «reforçou a cobertura da sua rede 4G para cerca de 80 por cento da população», quando até agora se situava nos 20 por cento.

As operadoras de telecomunicações estão a alargar a sua oferta de internet móvel de quarta geração (4G, ou LTE) desde o apagão final da televisão analógica em 26 de abril, que libertou a faixa de frequência dos 800 MHz, escreve a Lusa.

De acordo com o calendário avançado em março - mês em que o serviço foi lançado pelas três operadoras - pelo presidente executivo da PT, Zeinal Bava, a operadora pretende ainda «até ao final do ano» levar a internet móvel 4G a «mais de 90 por cento do continente e ilhas».

Também a Vodafone estava à espera da libertação da «frequência rainha» dos 800 MHZ para alargar a oferta LTE. A operadora oferece desde março internet móvel 4G a «uma mancha significativa de Lisboa e Porto e está presente em todas as restantes capitais de distrito», bem como no Funchal e em Ponta Delgada.

«A cobertura será significativamente aumentada a partir de finais de abril, com a utilização das frequências na faixa dos 800 MHz, e continuará a ser progressivamente alargada ao resto do país», afirmou fonte oficial da operadora, também em março.

Já a Optimus começou por levar a rede de quarta geração móvel a Lisboa, Porto e restantes capitais de distrito, esperando Miguel Almeida, CEO da operadora, também em declarações no mês do arranque da 4G em Portugal, ter «cobertura de 80 por cento da população portuguesa até final do ano».

As operadoras estão a oferecer a internet móvel 4G para duas velocidades, a 50 e 100 megabytes por segundo.

No caso da PT, a oferta 4G está a ser feita através de duas marcas ¿ TMN 4G e MEO 4G ¿ e a operadora está a apostar em estratégias comerciais que potenciem o efeito de rede. Um dos argumentos da oferta da PT é o da partilha por dois aparelhos dos «plafonds» de tráfego contratados.

Outra estratégia da PT passa pelo reforço da marca MEO, que tem aqui a oportunidade de se afirmar como operador móvel de dados, sendo que a intenção da operadora, revelada por Zeinal Bava em março, é que não fique «por aqui».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/


Por adm | Sábado, 28 Abril , 2012, 20:52

Autoridade faz balanço positivo do ‘switch-off’.

A Autoridade para as Comunicações ( ANACOM) fez hoje um balanço positivo do desligamento do sinal analógico de televisão, que se assinalou ontem. Em comunicado, a entidade revelou que se registaram, nas últimas 24 horas, cerca de "1150 telefonemas para a linha de apoio da TDT, por parte de pessoas que ficaram sem ver televisão, por não se terem preparado para a migração".

O regulador, liderado por José Manuel Amado da Silva considera este número "pouco expressivo se se atender ao universo abrangido pelo desligamento dos emissores e retransmissores que foram desligados ontem: mais de 1,9 milhões de pessoas - cerca de 730 mil famílias", sendo que "a maioria dispunha de serviços de televisão paga".
No total, só cerca de 1,3 milhões de famílias tiveram de se preparar para o arranque da TDT.

A ANACOM confirmou ainda que "antecipando que algumas pessoas pudessem deixar a migração para muito perto da data de desligamento final, ou mesmo para um momento posterior ao apagão total, a ANACOM decidiu prorrogar o prazo durante o qual os beneficiários do subsídio de instalação e do subsídio para a aquisição do descodificador, podem requerer os mesmos. Assim, estes apoios poderão ser requeridos até 31 de Agosto de 2012, mais 60 dias do que o previsto no Programa de Subsidiação", revelou.

fonte:http://economico.sapo.pt/n


Por adm | Sábado, 28 Abril , 2012, 20:26

No dia do desligamento do sinal analógico de televisão [26 de Abril], o grupo parlamentar do PS entregou uma proposta na Assembleia da República para alargar a oferta na TDT, a qual inclui a criação de um canal infantil, conforme previsto na lei. Mas deputados da maioria consideram que, face ao actual contexto económico, isso é insustentável.

"Se me disserem que há um défice de programação infantil, diria que sim. Agora, criar um canal? Não me parece", diz ao CM Francisca Almeida, do PSD. Opinião partilhada por Raúl de Almeida, CDS: "Que haja reforço de programação infantil estamos de acordo, mas a criação de um novo canal não parece sensato".

Raúl de Almeida alerta ainda para o facto de que, para a alienação de um canal, a lei e o contrato de concessão de serviço público "serão reconfigurados".

O projecto de resolução propõe aumentar a oferta TDT com a " inclusão de canais como a RTP Informação e RTP Memória e a criação de um canal infanto-juvenil", explica Inês de Medeiros, do PS. E recorda ainda a possibilidade de aumentar a oferta na TDT até nove canais gratuitos, avançada pela Anacom.

Entretanto, esta entidade registou, até às 15 horas de ontem, cerca de 1150 telefonemas para a linha de apoio da TDT, da parte de pessoas que ficaram sem TV. O desligamento dos últimos emissores analógicos afectou 1,9 milhões de pessoas, cerca de 730 mil famílias, sendo que, aproximadamente 70% assinam um serviço de televisão paga.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/



Por adm | Sexta-feira, 27 Abril , 2012, 21:38

A linha de apoio da televisão digital terrestre (TDT) recebeu 1.150 telefonemas até às 15h00 desta sexta-feira, após as emissões televisivas com sinal analógico terem sido desligadas na quinta-feira, anunciou a Anacom.

Segundo a Autoridade Nacional das Comunicações (Anacom), entre as 12h30 de quinta-feira, altura em que foram desligados os emissores e retransmissores com sinal analógico, e as 15h00 de hoje «registaram-se cerca de 1.150 telefonemas para a linha de apoio da TDT por parte de pessoas que ficaram sem ver televisão, por não se terem preparado para a migração», escreve a Lusa.

Para o regulador, este é «um número pouco expressivo se se atender ao universo abrangido pelo desligamento dos emissores e retransmissores que foram desligados na quinta-feira: mais de 1,9 milhões de pessoas - cerca de 730 mil famílias».

No entanto, adianta a Anacom em comunicado, nem todos teriam de fazer a migração, dado que a maioria dispunha de serviços de televisão paga.

«Antecipando que algumas pessoas pudessem deixar a migração para muito perto da data de desligamento final ou mesmo para um momento posterior ao apagão total, a Anacom decidiu prorrogar o prazo durante o qual os beneficiários do subsídio de instalação e do subsídio para a aquisição do descodificador podem requerer» os mesmos.

Estes apoios poderão ser requeridos até 31 de agosto, mais 60 dias do que o previsto no programa de subsidiação.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/


Por adm | Quinta-feira, 26 Abril , 2012, 20:43

Cinquenta e cinco anos de televisão analógica tiveram esta quinta-feira o seu ponto final com o desligamento dos últimos transmissores desse sinal, numa cerimónia que decorreu nas instalações da Anacom, no Porto.

A partir de agora, a transmissão televisiva em Portugal é feita através da televisão digital terrestre (TDT).

«A coberta terrrestre cifra-se neste momento nos 94 por cento», disse na cerimónia o administrador da Portugal Telecom (PT), Alfredo Baptista, citado pela Lusa.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/


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