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Tudo Sobre TDT

Numa altura em que a televisão Digital Terrestre está em plena expansão em Portugal, todas a novidades serão aqui colocadas. Receptores digtais TDT,tdt

Numa altura em que a televisão Digital Terrestre está em plena expansão em Portugal, todas a novidades serão aqui colocadas. Receptores digtais TDT,tdt

Tudo Sobre TDT

30
Dez11

Municípios pedem ao Governo a suspensão da TDT

adm

Associação requereu ao Ministério Público uma avaliação do processo de implementação do sinal digital.

A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) pediu ao Governo que se suspenda o processo de implementação da Televisão Digital Terrestre (TDT), que se inicia a partir de 12 de Janeiro e termina em Abril do do próximo ano.

Segundo avançou a ANMP, em comunicado, a associação "discordou da forma como foi conduzido todo este processo de transição que, não sendo da iniciativa dos utentes, os obriga a uma despesa desnecessária para manterem o serviço que lhes é prestado". E acrescenta :"Este processo não configura qualquer necessidade fundamental por parte dos portugueses e não acautela os interesses dos cidadãos, não sendo, também, uma prioridade do país".

No seguimento deste pedido, os municípios decidiram ainda "requerer ao Ministério Público a avaliação de todos os procedimentos jurídicos, processuais e concursais relativos à passagem da Televisão Analógica para a Televisão Digital Terrestre", pode ler-se no documento.

fonte:http://economico.sapo.pt/

29
Dez11

Milhares de pessoas podem ficar sem TV

adm

A Anacom prevê que, na primeira fase do ‘apagão’ (desligamento do sinal analógico), a 12 de Janeiro, milhares de portugueses fiquem sem poder ver televisão. "A experiência de outros países mostra que existirão famílias que ficarão temporariamente sem televisão. Estimamos que em Portugal possam haver dezenas de milhares de famílias", diz ao CM a Anacom.

 

Com esta previsão, o regulador das telecomunicações garante que vai procurar minimizar o "tempo de espera" para que todos recebam Televisão Digital Terrestre (TDT).

Questionada quanto ao número de lares que ainda vêem televisão analógica e que vão ser afectados pelo ‘apagão’ nesta fase, a Anacom diz que "cerca de um milhão tem de se adaptar na primeira fase".

Ontem, um grupo de autarcas de Oliveira do Hospital, Seia e Arganil foram recebidos na Assembleia da República por deputados dos grupos parlamentares do PS, PCP e BE, no sentido de os sensibilizarem para "o adiamento da implementação da TDT, bem como para estudar uma solução alternativa para que não haja excluídos, sobretudo os mais carenciados", diz ao CM José Francisco Rolo, vice-presidente da Câmara de Oliveira do Hospital, que deverá ter seis mil afectados.

A deputada Catarina Martins (BE) adiantou ao CM que vai "apresentar um projecto de resolução à Assembleia para pressionar o Governo a adiar o sinal".

Outra voz contra o ‘apagão’ é o presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses, Fernando Ruas.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


28
Dez11

TDT: não deixe transição para a última hora

adm

Não deixe tudo para a última. Se a sua televisão não está adaptada para receber o sinal digital, apresse-se. O fim do sinal analógico não vai provocar «uma situação dramática», mas a Anacom está preocupada com o facto da população estar a deixar para a última hora a transição para a Televisão Digital Terrestre (TDT).

«De acordo com o último inquérito, realizado em Dezembro, metade das pessoas que tinham que se adaptar já o tinham feito. Sobrava outra metade que demonstrou intenção de o fazer nos dias seguintes. Não nos parece que vá existir uma situação crítica no dia 12» - data em que se inicia a transição na faixa litoral -, começou por dizer à Lusa o administrador da Anacom - Autoridade Nacional de Comunicações com o pelouro da TDT.

Eduardo Cardadeiro admitiu estar preocupado com «o facto da população estar a deixar [a transição] para a última hora», o que poderá levar a que fiquem «temporariamente sem televisão ou porque se atrasaram na compra dos equipamentos ou devido a problemas técnicos».

«Haverá sempre, como aconteceu em todos os países que passaram por este processo, no dia 12 e nos seguintes, alguns milhares de famílias que vão ficar temporariamente sem ver televisão».

Mas isso acontecerá não por falta de informação já que «95 da população inquirida, dos que têm que se adaptar, revelaram ter níveis de conhecimento muito elevados sobre a TDT».

Eduardo Cardadeiro revelou que «nas últimas semanas, a venda de descodificadores tem disparado: venderam-se cerca de 200 mil equipamentos no mês de Dezembro».

Em relação às queixas dos consumidores que têm chegado à Deco, o regulador diz não estranhar que, estando a aproximar-se a data do fim do sinal analógico, «comecem a aumentar», mas estranha que a associação de defesa do consumidor tenha feito declarações públicas sem fazer chegar as referidas reclamações à Anacom.

«O que nos surpreendeu foi o facto da Deco ter vindo dizer publicamente que tem um conjunto muito alargado de queixas e só hoje à tarde, depois dessas intervenções, é que nos fez chegar esses documentos, embora já há mais de 15 dias tivéssemos pedido que nos enviassem casos concretos».

«Já temos mais de duas dezenas de relatos, especialmente de zonas mais problemáticas em termos de recepção do sinal como Santa Iria da Azóia, Alhandra, Vila Franca de Xira e até de Lagos», disse, na semana passada, Tito Rodrigues da Deco, acrescentando que «a lista de reclamações ainda vai ser mais extensa» quando começar a mudança para a TDT.

A maioria das queixas dos consumidores prende-se com as despesas suportadas para receber a nova televisão, como a compra de descodificadores para zonas à partida sem sinal, mas que acabam por não ser necessários porque inesperadamente existe recepção do sinal ou o pagamento de técnicos indicados pela Portugal Telecom para verificarem esse sinal.

Eduardo Cardadeiro explicou ter ficado ainda mais surpreendido com a apresentação de números «de forma irresponsável, de que 75 por cento da população vai ficar sem ver televisão, o que não tem qualquer sustentação em dados objetivos, porque é sabido que só 30 por cento tem que se adaptar e desses metade já o tinha feito no início do mês». «São declarações incompreensíveis nesta fase do processo».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

27
Dez11

Monchique quer adiamento do prazo para entrada em vigor da TDT

adm

Rui André, presidente da Câmara de Monchique solicitou, em ofício enviado à ANACOM, que esta entidade avalie as condições de entrada em funcionamento da Televisão Digital Terrestre (TDT) na área do concelho e ao prolongamento do prazo para inicio das emissões digitais na área do município de Monchique.

Rui André, presidente da Câmara de Monchique solicitou, em ofício enviado à ANACOM, que esta entidade avalie as condições de entrada em funcionamento da Televisão Digital Terrestre (TDT) na área do concelho e ao prolongamento do prazo para inicio das emissões digitais na área do município de Monchique.

Monchique será abrangido pela 1ª fase de passagem ao sistema TDT, ou seja, irá sofrer o apagão televisivo, ficando privado das emissões analógicas no dia 12 de janeiro de 2012.
Segundo estimativa, a nível nacional, cerca de 13% dos portugueses terão que receber a emissão digital por satélite (DTH), mas, no caso de Monchique, «esta percentagem é muito superior».

Segundo Rui André, na carta enviada à ANACOM, a maior parte do concelho «terá a inevitabilidade de recorrer a esta forma de transmissão bastante mais onerosa e, tratando-se de uma parte significativa da zona urbana (histórica), um inconveniente impacto visual no edificado».

«Este é um concelho que apresenta uma população bastante envelhecida, e grande da mesma tem na televisão o seu único entretenimento, além de que é também, segundo os dados do INE, o concelho com menor poder de compra da região» recorda o edil monchiquense.

No passado dia 14 de dezembro, decorreu em Monchique uma Sessão de Esclarecimento em parceria com a ANACOM, DECO e o Município, sobre a entrada em funcionamento da TDT, a qual foi bastante participada, com a população de Monchique a apresentar muitas dúvidas sobre como irá ser este serviço.

O presidente Rui André manifesta o seu «profundo descontentamento pela forma como este concelho é marginalizado, apresentando certamente taxas de cobertura de TDT inferiores a qualquer concelho do país», tendo em conta as especificidades de Monchique. Daí ter solicitado, na sua carta à administração da ANACOM, o «alargamento do prazo de desligação do sistema analógico até 26 de abril de 2012», por forma a que se possa «pensar noutra solução» e até «dada a extensão do território em causa, torna-se quase impossível que quer os serviços da PT, quer outros agentes contratualizados com esta, possam dar resposta ao número de solicitações».

O autarca aconselha que se estude «a possibilidade de estender a “zona TDT”, que, atualmente se encontra na Fóia, ficando grande parte do território de Monchique com “sombra”, incluindo a zona da Vila, com a colocação de um repetidor, por forma a melhorar a cobertura e também o serviço».

fonte:http://www.barlavento.pt/i

26
Dez11

Prepare-se, a TV vai mudar e é já em Janeiro

adm
Portugal está, a partir de amanhã, a quatro meses do “apagão” total que vai deixar em baixo as tradicionais emissões de televisão analógica. Para uma franja litoral que abrange, total ou parcialmente, 16 distritos, a passagem para a Televisão Digital Terrestre (TDT) arranca já no dia 12 de Janeiro. Há ainda 10% de portugueses que desconhecem os contornos desta migração para um serviço que há meia dúzia de anos começou a ser regra na Europa.

Porto, Aveiro, Viseu, Leiria, Santarém, Lisboa, Setúbal, uma parte de Coimbra, Braga, Vila Real, Viseu, Guarda e Portalegre, e a franja litoral de Évora, Beja e Faro terão obrigatoriamente de passar para o serviço da TDT dentro de 18 dias, para poderem continuar a ver televisão em sinal aberto.

O fim total do analógico só vai acontecer no dia 26 de Abril, quando terminarem as três fases do “apagão” progressivo do serviço tradicional – o primeiro agora em Janeiro, o segundo a 22 de Março nos Açores e na Madeira, e o terceiro finalmente em Abril nos distritos de Viana do Castelo, Bragança, Castelo Branco e os territórios de Coimbra, Braga, Vila Real, Viseu, Guarda, Santarém, Portalegre, Évora, Beja e Faro não abrangidos pela primeira fase do “apagão” de Janeiro.

A contagem decrescente começou este ano – em Maio, com uma primeira zona piloto em Alenquer e, entretanto, no Cacém e na Nazaré. Mas haverá uma parte da população (10%), segundo estimou recentemente a consultora Gfk Metris, que desconhece que vai ter de mudar para a Televisão Digital Terrestre em 2012.

Apesar da crescente procura dos descodificadores que permitem a passagem para a TDT e da campanha que colocou nas ruas e domicílios uns seis milhões de guias sobre a introdução da TDT, a Anacom (Autoridade Nacional das Comunicações) reconhece que há quem vá ficar já em Janeiro sem televisão durante alguns dias.

A passagem da televisão analógica para a TDT precisa de ser feita por quem não tem um serviço de televisão paga, ou seja, por quem tem apenas os quatro canais de sinal aberto (e no caso das regiões autónomas, também a RTP Madeira ou a RTP Açores).

Numa casa, por exemplo, com duas televisões e em que só uma delas está coberta por televisão paga, o cliente apenas tem de fazer a migração na televisão tradicional. Nesse caso, mudar para a TDT implica a compra de um aparelho descodificador para essa televisão. Há, no entanto, algumas televisões mais recentes que já têm um sintonizador digital – compatível com a norma europeia TDT MPEG-4/H.264 – e que estão preparadas para receber a TDT.

Em Portugal, a última fase da introdução da TDT acontece seis anos depois de a televisão digital se ter generalizado nos principais mercados de televisão da Europa. Arrancou há dois anos em Portugal, mas só em 2011 começou a ser adoptada no terreno. Uma mudança que acontece, definitivamente, em Abril próximo, quando já tiverem passado 55 anos desde as primeiras emissões regulares da RTP.

O principal objectivo declarado para a implementação da TDT nos países europeus foi a multiplicação da oferta de canais, mas o redesenho da paisagem audiovisual foi dependendo da situação particular de cada um, entre três vectores – os canais públicos, os privados e os novos canais da TDT.

A Alemanha, por exemplo, privilegiou o crescimento do sector público, ao contrário de Espanha ou de Itália, enquanto, por outro lado, o Reino Unido e a França deram mais espaço à criação de novos canais pela televisão digital.

No final de 2011, são já 20 os países europeus – 16 da União Europeia (UE) – que terão desligado totalmente o sinal analógico.

Em Junho último, quando o Observatório Europeu do Audiovisual fazia um ponto da situação sobre a TDT na Europa, 15 países já tinham feito a migração completa: Alemanha, Áustria, Bélgica, Luxemburgo, Holanda, Dinamarca, Suíça, Estónia, Letónia, Eslovénia, Croácia, Espanha, Finlândia, Noruega e Suécia.

A estes juntam-se outros cinco que entram em 2012 com a TDT a funcionar na totalidade do território: França, Islândia, República Checa, Chipre e Malta. Bulgária e Roménia ainda não iniciaram a transição.

 

Com a migração completa ou a meses de terminar – como é já o caso de Portugal – a taxa de penetração da TDT nos países europeus está, em média, nos 53%, revela um estudo, datado de Setembro, do NPA, o conselho francês de acompanhamento e análise estratégica sobre os media. Isto significa que, neste momento, nos países onde está a ser implementada a TDT, o digital já supera percentualmente a cobertura analógica. São cinco os principais mercados televisivos europeus (uma extensão natural das maiores economias): Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Espanha.

Espanha é, entre estes cinco países, aquele com maior taxa de penetração da TDT (79%), de acordo com dados publicados pela NPA sobre os mercados de referência do centro europeu.

Os generalistas são o tipo de canal mais presente na oferta da TDT nos cinco maiores mercados. Segundo o mesmo estudo, Itália tem 11 canais generalistas e o Reino Unido chega aos 14. Alemanha, Espanha, França e Reino Unido têm três canais de informação na TDT e Itália seis.

Segundo o cálculo mais recente da Mavise (o serviço da União Europeia para a informação estatística do mercado audiovisual europeu), a repartição de canais abrangidos pela TDT mostrava, na mesma altura, que as emissões locais ou regionais compunham a maior fatia (54%) na plataforma TDT. Os canais nacionais ocupavam, em Junho deste ano, 37% da cobertura e os canais internacionais 9%. Só estes dois segmentos somavam mais de 820 canais na TDT.

Portugal, com os seus quatro canais abertos (mais os dois canais das regiões autónomas) vai ser, a par com a Irlanda, o país com menor número de canais nacionais disponíveis na TDT. E com a privatização de um dos canais públicos programada pelo Governo para 2012, Portugal fica apenas com um canal de serviço público na TDT. Só haverá mais um país da UE com apenas um canal com capitais do Estado na televisão digital terrestre, o Luxemburgo.

Até à privatização (da RTP1 ou da RTP2), Portugal vai ser um dos seis países da UE apenas com dois canais públicos a emitir em sinal aberto na TDT. Do pequeno grupo fazem ainda parte a Estónia, a Letónia, a Lituânia, a Eslováquia e o Chipre, segundo contabilizou o investigador de media na Universidade do Minho Sérgio Denicoli. 

Há 19 países europeus (14 da UE) com emissão de TDT através de serviço de televisão paga. Na TDT de sinal aberto (como vai acontecer em Portugal com os quatro canais e os regionais dos Açores e da Madeira), 40% dos canais são públicos. Na TDT paga, a média é muito inferior – representam apenas 8% da grelha de canais.

fonte:http://www.publico.pt/

23
Dez11

Faixa para velocidades mais rápidas só em Abril

adm

Os operadores só poderão usar a faixa dos 800Mhz após o “apagão” do sinal analógico de televisão.

Apesar dos operadores garantirem estar preparados para lançar a quarta geração móvel (4G), assim que forem atribuídos os direitos de utilização das frequências, a faixa dos 800 megahertz (Mhz) - que permite Internet de alta velocidade - só estará disponível após o fim do sinal analógico e com a passagem para a Televisão Digital Terrestre (TDT). Ou seja, a partir de 26 de Abril de 2012.

Só nessa altura é que o espectro referente a esta frequência será libertado, uma vez que a TDT permite uma maior eficiência no uso do espectro radioeléctrico do que a actual televisão analógica.

O regulamento do leilão, elaborado pela Anacom, é claro: "A utilização desta faixa de frequências só poderá ter lugar após o ‘switch-off' da rede de televisão analógica, cujo termo (terceira fase) ocorrerá a 26 de Abril de 2012." 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

21
Dez11

PT põe clientes a pagar para verificar cobertura de TDT

adm

A Portugal Telecom, responsável por implementar a Televisão Digital Terrestre (TDT) está a «aconselhar os consumidores (...) a pagar do seu bolso a técnicos para verificarem a cobertura», denuncia a DECO num comunicado emitido esta quarta-feira. Para a associação de defesa do consumidor, esta postura da empresa «é inadmissível».

A DECO vê com preocupação a chegada do primeiro apagão da televisão analógica no litoral do País, marcado para 12 de Janeiro, que afecta cerca de 1 milhão de famílias. Para a DECO, campanhas de informação «tardias e pouco claras com resultados muito aquém do desejável não motivaram os portugueses a mudar para a TDT». 

A associação alerta que não é obrigatório aderir a uma assinatura de televisão. Destaca ainda que, «para as famílias sem televisão por subscrição, a mudança para a TDT não traz vantagens no imediato. Mantêm-se os 4 canais livres (enquanto Espanha passou de 6 para 20, por exemplo) e nem o canal em alta definição previsto de início avançou». 

As dúvidas sobre a cobertura (terrestre ou via satélite) subsistem nalgumas zonas e é entre os residentes nestas áreas que a PT sugere que sejam os clientes a pagar a verificação da cobertura. 

A associação alertou o regulador ICP ¿ ANACOM para o que considera ser «a violação do princípio de equidade entre recepção terrestre e por satélite».

A última «tem custos superiores e prejudica, sobretudo, os consumidores nos pequenos meios habitacionais, mais isolados da informação e com menos recursos financeiros», refere. 

A DECO apela à ANACOM para estudar formas de ultrapassar os constrangimentos de acesso a equipamentos e de indefinição da qualidade da cobertura de sinal. A associação exige ainda que a PT disponibilize gratuitamente equipas técnicas para informar no terreno. «A PT e a ANACOM devem assim permanecer em sentido de alerta até 12 de Janeiro para ouvir e esclarecer os consumidores. O cenário actual exige um reforço de informação».

Recomendação final da DECO: se a PT aconselhar a pagar a técnicos para verificar a cobertura de sinal, envie o relato do seu caso (tdt@deco.proteste.pt) para exigir a devolução de quantias pagas indevidamente. 

Transição para TDT já originou dezenas de queixas


A mudança para a TDT motivou queixas de dezenas de consumidores à DECO. «Já temos mais de duas dezenas de relatos, especialmente de zonas mais problemáticas em termos de recepção do sinal, como Santa Iria da Azóia, Alhandra, Vila Franca de Xira e até de Lagos», disse à Lusa Tito Rodrigues da DECO, acrescentando que «a lista de reclamações ainda vai ser extensa» quando começar a mudança para a TDT.

A maioria das queixas dos consumidores à DECO prende-se com as despesas suportadas para receber a nova televisão, como a compra de descodificadores para zonas à partida sem sinal mas que acabam por não ser necessários porque inesperadamente existe recepção do sinal ou o pagamento de técnicos indicados pela Portugal Telecom para verificarem esse sinal.

«Os consumidores que, por má ou insuficiente informação facultada pela PT, incorram em despesas desnecessárias devem exigir esse pagamento à PT», explicou Tito Rodrigues, salientando que a DECO também aconselha os consumidores a exigirem uma devolução dos pagamentos a técnicos para verificação da cobertura de sinal.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

17
Dez11

TVI e SIC criticam os custos da TDT

adm

A implementação da Televisão Digital Terrestre (TDT) em Portugal está a merecer críticas dos operadores de televisão, nomeadamente dos privados. "O processo comportou custos adicionais. Estamos a falar de milhões e, em ano de crise, não ajuda. Ficou aquém daquilo que devia ter sido feito", diz ao CM Miguel Gil, administrador da Media Capital, dona da TVI. "As despesas são a todos os níveis, desde o transporte do sinal, ao equipamento. Não é assim tão simples, nem tão fácil como se pensa. A TDT representa um custo para os operadores", explica ainda.

A opinião é corroborada por Luís Marques, director-geral da SIC, que revela que "o valor da TDT [a ser pago à PT, que detém a rede] está a ser discutido". Luís Marques adianta ainda que o contrato "a negociar com a PT, será de 15 anos".

Quanto ao canal de alta definição de partilha de conteúdos entre RTP, SIC e TVI, Luís Marques não tem dúvidas de que "se avançar as despesas elevar-se--ão". "Não há nenhum modelo de gestão, ainda. Não passou de uma ideia. Acabou por ficar no papel", adianta Miguel Gil. A prioridade dos responsáveis dos canais privados, com o fecho do sinal analógico marcado para 12 de Janeiro de 2012, é assegurar que os telespectadores não deixem de os ver. "Os custos não são apenas para nós, mas também para as pessoas que tem de comprar um descodificador", enfatiza Miguel Gil.

Contactada pelo CM, fonte oficial da RTP diz que a empresa não "tem nada a dizer".

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/d


08
Dez11

Autarcas de Oliveira do Hospital descontentes com TDT

adm

Todo o executivo camarário de Oliveira do Hospital critica o “apagão” já em janeiro do próximo ano da televisão analógica.

Em causa o novo sistema da Televisão Digital Terrestre (TDT) que terá várias zonas de sombra, deixando muitos telespetadores sem poder ver os canais generalistas RTP, SIC e TVI, caso não comprem um descodificador especial.

A freguesia de Alvoco das Várzeas vai ser uma das afetadas, uma vez que o sinal que vão receber será fraco ou nulo. O presidente da junta local foi ontem à reunião pública do executivo camarário pedir ajuda para este problema.

“Muitas pessoas ainda não se aperceberam da gravidade desta situação e isso só irá acontecer no dia 1 de janeiro quando o sistema analógico for apagado”, frisou Agostinho Marques.

O autarca revela que está em curso um abaixo-assinado e pensam mesmo “mover uma providência cautelar contra a não utilização do retransmissor de Alvoco das Várzeas”.

Lembrou que desde os anos 1990 que existe um retransmissor analógico de televisão que serve a freguesia e bastava que fosse colocado um novo equipamento para poder transmitir o sinal de TDT.

O presidente da câmara mostrou estar ao lado das reivindicações da população de Alvoco e de outras do concelho que possam vir a ser afetadas.

José Carlos Alexandrino (PS) afirmou que “mais uma vez descriminam-se os portugueses”.

Recordou que desde que há televisão, “mesmo antes do 25 de abril isto nunca aconteceu” e que já enviou uma carta ao ministro da tutela a expor a situação.

Na missiva sublinha que o município não poderá “compactuar nunca com uma situação que discrime alguns dos seus munícipes” excluindo-os da TDT, “obrigando-os a pagar um preço mais elevado que os destinados aos residentes em zonas de boa cobertura”.

Tendo pedido também que esclarecessem a autarquia sobre o sinal de cobertura no concelho, mas, até agora, “não obtive resposta”.

O vice-presidente da edilidade considera que a Portugal Telecom (PT), responsável pela distribuição do sinal de TDT, está a “transformar um serviço público numa oportunidade de negócio, explorando as populações, particularmente as do interior”.

No entender de Francisco Rolo a PT tem que “ser obrigada a ter responsabilidade social”, sustentando que esta é uma “situação vergonhosa, envergonha o serviço público” e a Associação Nacional de Municípios “deve tomar uma posição firme sobre esta matéria”.

O vereador do PSD, Mário Alves disse que devia ser feito um estudo, “para se possível o município poder instalar uma antena que possa servir as famílias com maiores dificuldades”.

Já o vereador independente, Paulo Rocha criticou o facto de “termos que pagar duas vezes no caso da RTP, porque o canal já é financiado pelo Estado e agora vamos ter voltar a pagar e isso é inadmissível”.

fonte:http://www.asbeiras.pt/

05
Dez11

Venda de descodificadores de TDT "muito abaixo do necessário" para migração sem sobressaltos

adm
O preço dos descodificadores de televisão digital terrestre (TDT) vendidos em Portugal mantém a rota descendente, com mais de 60% dos aparelhos a já estarem disponíveis a preços inferiores a 30 euros.

A Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) divulgou hoje dados relativos à venda dos descodificadores do sinal de Televisão Digital Terrestre (TDT) no terceiro trimestre do ano, onde salienta que, embora as vendas progridam “a bom ritmo” estão ainda “muito abaixo do necessário para que a migração se faça sem sobressaltos”. 

As vendas de descodificadores cresceram 29% no trimestre que decorreu entre o dia 30 de Junho e 30 de Setembro, diz hoje a Anacom, que relembra que o sinal analógico será desligado daqui a seis semanas (12 de Janeiro) na faixa litoral, a dia 22 de Março nas regiões autónomas e a dia 26 de Abril no restante território. 

A autoridade relembra que “toda a população está já coberta pela TDT” e sublinha que “é importante que as pessoas comecem a preparar a transição desde já, evitando a pressão dos últimos dias e os riscos de ficarem sem ver televisão temporariamente”. 

Descodificadores estão a ficar mais baratos

A tendência do preço dos descodificadores do sinal de TDT é decrescente, mas quem quiser fazer a transição para o sinal de digital sem sobressaltos não deve adiar até muito tarde a aquisição do seu descodificador, alerta a Anacom.

No terceiro trimestre, preço médio dos descodificadores caiu 18% face ao trimestre anterior, para se situar próximo dos 37 euros. Os descodificadores vendidos em Setembro já tiveram um preço médio de 34 euros, o que comprara 45 euros de preço médio dos aparelhos vendidos em Junho. 

“É importante que toda as pessoas comecem a preparar a transição desde já, evitando a pressão dos últimos dias e os riscos de ficarem sem ver televisão temporariamente”, salienta o comunicado. “Se todos deixarem a migração para o último dia é provável que não encontrem disponíveis os equipamentos de preços mais baixo, ou que não encontrem mesmo equipamentos à venda, já que nesse cenário poderão existir rupturas de stock”, explica a Anacom. 

A autoridade relembra que a compra dos aparelhos é subsidiada em 50% até um máximo de 22 euros. “Podem candidatar-se ao subsídio os beneficiários do rendimento social de inserção, os reformados e pensionistas com um rendimento mensal até aos 500 euros e os portadores de um grau de deficiência igual ou superior a 60%”, diz. 
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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