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Tudo Sobre TDT

Numa altura em que a televisão Digital Terrestre está em plena expansão em Portugal, todas a novidades serão aqui colocadas. Receptores digtais TDT,tdt

Numa altura em que a televisão Digital Terrestre está em plena expansão em Portugal, todas a novidades serão aqui colocadas. Receptores digtais TDT,tdt

Tudo Sobre TDT

30
Out12

Mais de 200 famílias sem acesso à TDT

adm

Mais de 200 famílias da freguesia de Outeiro, em Viana do Castelo, afirmam estar sem acesso aos canais transmitidos em sinal aberto devido às dificuldades de captação da Televisão Digital Terrestre (TDT).

"Antes as pessoas viam tudo bem. Disseram-nos para comprar os descodificadores, que ficava tudo resolvido para a TDT, e foi o que fizemos. Afinal, quando se liga a televisão, de repente, é só chuva na imagem e não dá para ver mais nada", apontou esta terça-feira à agência Lusa o presidente da Junta de Outeiro.

Segundo Amaro Rodrigues, estas dificuldades de captação do sinal da TDT afetam metade das 400 habitações da freguesia e já foram alvo de um abaixo-assinado, enviado em setembro à Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), à Portugal Telecom e ao ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações.

"Reunimos mais de 200 assinaturas, mas apenas de um representante por família afetada, para explicar bem o que se está a passar. Infelizmente, até agora, só tivemos as respostas formais do costume", explicou ainda o autarca.

No abaixo-assinado, a população recorda que com a introdução da TDT foi "obrigada a adquirir equipamentos, o que para muitos foi um grande esforço financeiro", mas, "pior ainda, foi terem gasto o dinheiro e passarem a não poder ver televisão em boas condições ou mesmo a não poder ver".

No documento, enviado ainda aos três operadores de televisão que transmitem em sinal aberto, os moradores de Outeiro dizem-se "abandonados e esquecidos".

"Quando os moradores, por telefone, reclamam os seus direitos, que é o de terem o sinal capaz, a única solução que dão para resolver o problema é a de adquirirem por conta própria equipamentos muito caros que nem todos podem suportar", lê-se ainda no abaixo-assinado.

fonte:http://www.dn.pt/

26
Out12

Canal Parlamento em sinal aberto arranca com 12 horas/dia

adm

Emissão vai custar 420 mil euros por ano e arranca até ao início de dezembro

O Canal Parlamento vai ter 12 horas de emissões diárias em sinal aberto que custarão por ano 420 mil euros, devendo começar até ao início de dezembro, segundo o presidente do conselho de administração da Assembleia da República.

Em declarações à Agência Lusa, Couto dos Santos disse que o início das emissões, que esteve previsto para meados de outubro, está dependente dos pareceres do Tribunal de Contas, que tem 30 dias para se pronunciar sobre o contrato negociado com a Portugal Telecom. 

«A negociação demorou porque os valores disponíveis eram baixos», justificou Couto dos Santos, adiantando que o valor foi fixado em 420 mil euros por ano, verba que sairá do orçamento da Assembleia da República.

O contrato será formalizado após o visto do Tribunal de Contas, que tem 30 dias para dar parecer, disse o deputado, estimando que «entre final de novembro e início de dezembro» as emissões possam começar. 

O contrato fixa 12 horas diárias de emissão, excetuando fins de semana, o mês de agosto e os tempos de paragem da atividade parlamentar, precisou o diretor do Canal Parlamento, em declarações à Lusa. 

Este número de horas garante a emissão em direto dos plenários e das comissões, que se mantém como prioridade na grelha de transmissão, acrescentou.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

26
Out12

Deco dá nota negativa à TDT

adm

A Deco fez esta sexta-feira um balanço negativo do primeiro semestre da TDT em Portugal, enquanto a Autoridade Nacional de Comunicações revelou que recebeu cerca de 8.000 queixas, sobretudo devidas à deficiente instalação dos aparelhos.

A ANACOM recebeu cerca de 8.000 queixas de problemas com a receção da Televisão Digital Terrestre, 2.000 das quais enviadas pela Deco, que também tem registado denúncias de consumidores.

«Existem questões muito localizadas, em que existem alguns problemas de qualidade de sinal, muito embora, na generalidade dos casos, quando vamos ao local verificar são sobretudo problemas de instalação», disse a porta-voz da ANACOM, Ilda Matos, salientando que as queixas, «em grande medida, têm vindo a ser resolvidas».

Por seu lado, a Deco destaca que a esmagadora maioria das queixas de consumidores e até de autarcas prendem-se «com a falta de sinal ou com a instabilidade de sinal, nomeadamente em períodos noturnos».

Apesar de não existir uma classificação geográfica das queixas, Ana Cristina Tapadinhas, da associação de consumidores, realça que uma grande parte das queixas refere-se «a zonas interiores do país, de onde comunicam que há populações sem acesso à televisão, com especial gravidade porque são populações mais envelhecidas e com menos capacidade de reclamar».

A Deco faz «um balanço negativo do processo, com responsabilidades tripartidas atribuídas ao Governo, à ANACOM e à PT», salientou.

«Causou incómodos, transtornos e despesas aos consumidores, sem que, com isso, eles viessem a beneficiar de uma oferta maior de canais, contrariamente àquilo que aconteceu noutros países da União Europeia (UE), o que, desde logo, não o tornou apelativo aos consumidores», considerou.

A associação considera que as decisões que a ANACOM foi tomando para melhorar o processo «pecaram por tardias», como «nos montantes das comparticipações para a aquisição de equipamentos e no que respeita à comparticipação da segunda box sem retroatividade, prejudicando todos aqueles que adquiriram equipamento a um preço mais elevado e que assim não foram reembolsados».

A Deco considera que existiu um deficiente planeamento da rede e continua a reivindicar o aumento do número de canais disponibilizados na plataforma TDT e um estudo independente à cobertura e qualidade do sinal em todo o país.

Os consumidores querem a divulgação dos procedimentos levados a cabo relativos à implementação de transmissores e a publicação do número de comparticipação dos kits DTH (serviço prestado via satélite devido à falta de sinal de TDT) e dos apoios aos grupos carenciados.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

25
Out12

Canal Parlamento chega à TDT em dezembro

adm

A AR TV começará a emitir na TDT duas semanas depois do visto do Tribunal de Contas sobre o contrato anual de 420 mil euros com a PT. A análise do processo pode levar 30 dias a ser concluído.

"O custo anual do acordo com a Portugal Telecom (PT), para a emissão [do canal Parlamento] na Televisão Digital Terrestre (TDT), é de 420 mil euros anuais", confirma o gabinete da Secretaria-Geral da Assembleia da República.

Neste momento, o contrato está sujeito a fiscalização prévia do Tribunal de Contas e é esperado que, de acordo com a mesma informação, que "a AR TV - Canal Parlamento" seja "colocada na TDT 15 dias após o visto do Tribunal de Contas", processo que pode levar até 30 dias a ser concluído. Contas feitas e, no limite, o canal poderá começar a emitir em sinal aberto, a partir de dezembro.

O canal Parlamento já conheceu publicamente várias datas para o início nas emissões de acesso livre e gratuito - e que até agora tem estado disponível na televisão por subscrição. O tempo das negociações terá contribuído para os adiamentos.

"Para além da negociação pormenorizada sobre os termos da contratação, a Assembleia da República tem também de cumprir a tramitação e os prazos impostos pelo Código de Contratos Públicos, bem como a legislação aplicável em matéria de realização da despesa pública", explica o gabinete da Secretaria-Geral da AR.

fonte:http://www.jn.pt/P

24
Out12

Portugal pode ter mais canais TDT

adm

Portugal pode ter mais de trinta canais na Televisão Digital Terrestre (TDT), alguns deles em alta definição, desde que o espectro radioeléctrico que sobrou com o fim da televisão analógica seja cedido aos operadores televisivos, apurou o CM.


A Anacom (Autoridade Nacional de Comunicações) pediu aos operadores e ao Regulador dos media que se pronunciassem sobre a matéria para informar Bruxelas sobre o que Portugal pretende fazer com o seu dividendo digital.

"A ERC deve assegurar que a União Europeia reserve espaço suficiente para as televisões; caso contrário, e porque é tendência , começa o ‘namoro’ das empresas de telecomunicações para o ocupar", diz ao CM Arons de Carvalho, vice-presidente da ERC (Entidade Reguladora para a Comunicação Social).

Opinião é partilhada pela vogal Raquel Alexandra: "Tem de haver uma decisão que não seja irreversível, porque isso seria hipotecar a actividade futura das televisões", considera.

Para a vogal, em "nenhum momento pode ser colocada em causa a capacidade de os operadores de televisão crescerem para a alta definição ou para a criação de novos canais fora do cabo, na TDT".

Fonte da Anacom disse ao CM que os canais que estão hoje na TDT – RTP 1, RTP 2, SIC e TVI – ocupam "pouco espaço", sendo que algum do espectro que sobrou aquando do ‘apagão’ analógico já foi ocupado com a tecnologia LTE (quarta geração móvel – 4G), vendida aos operadores de telecomunicações.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


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