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Tudo Sobre TDT

Numa altura em que a televisão Digital Terrestre está em plena expansão em Portugal, todas a novidades serão aqui colocadas. Receptores digtais TDT,tdt

Numa altura em que a televisão Digital Terrestre está em plena expansão em Portugal, todas a novidades serão aqui colocadas. Receptores digtais TDT,tdt

Tudo Sobre TDT

06
Jun12

TDT: Anacom reconhece, pela primeira vez, problemas de sinal

adm

A Deco criticou esta quarta-feira a entidade reguladora das comunicações, a Anacom, pela falta de alertas face às alterações nas frequências de Televisão Digital Terrestre (TDT), que vão obrigar os consumidores a pagar para mudar a sintonização das antenas. Pela primeira vez, a Anacom reconhece os problemas de sinal.

«A 18 de maio último, a Anacom viu-se forçada a atribuir à Portugal Telecom uma nova licença de seis meses: o sinal TDT será emitido em mais três intervalos de frequência, para sintonizar os quatro canais livres, difundidos pelos emissores de Monte da Virgem, da Lousã e de Montejunto», refere a organização de defesa dos consumidores em comunicado, acrescentando que «esta solução drástica revela falhas no acompanhamento que a ANACOM deveria ter feito durante a implementação da TDT».

O secretário-geral da Deco, Jorge Morgado, citado pela Lusa, explicou que as alterações «fizeram com que fosse necessário religar emissores que já estavam desligados» e que «isso provoca uma situação perfeitamente desarranjada e desajustada porque vai fazer com que, em muitos sítios, haja necessidade de fazer uma nova orientação das antenas».

Para além de todo o incómodo gerado, é provável que existam custos para os utilizadores «porque é preciso chamar de novo técnicos para restabelecer a qualidade do sinal» e «isto tudo acontece porque a Anacom não fez uma fiscalização eficaz e este processo não foi devidamente planificado e acompanhado», acusou o secretário-geral.

Por isso, defende que «a Anacom devia vir a público explicar exatamente o que vai acontecer, para que os consumidores saibam qual é o problema e tomem as medidas adequadas», sendo «fundamental que informe que não vai haver despesas a suportar pelas populações com esta situação».

Desde o apagão a 26 de abril, as reclamações no portal da entidade duplicaram, passando de 684 para cerca de 1400, sendo quase todas referentes a sinal instável e perda de receção.

«A Anacom, como entidade reguladora, tem de tomar medidas que permitam que todos os portugueses tenham a possibilidade de ter acesso aos quatro canais de televisão. E, ter acesso é ter qualidade de sinal e durante todo o dia» concluiu.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

14
Mai12

TDT: ANACOM justifica reforço do sinal digital devido aos descontentamento de autarcas

adm

A Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) justificou hoje que reforçou a cobertura do sinal digital de televisão no território acima do que estava obrigada, devido ao "descontentamento" dos autarcas.

Segundo a ANACOM, apenas seis por cento da população, localizada em zonas fronteiriças ou de pouca densidade populacional, não tem acesso ao sinal digital terrestre, ficando obrigada a adquirir equipamento específico, que custa cerca de 60 euros.

Em resposta enviada à agência Lusa, fonte da ANACOM precisou que o concurso de substituição do sinal analógico pelo digital previa uma cobertura de 86,5% da população e a PTC, entidade que ganhou o concurso, propôs 87%.


fonte:http://expresso.sapo.pt/tdt

02
Mai12

TDT: Anacom recebe mais de 4 mil telefonemas

adm

No total, após a última fase de desligamento dos emissores analógicos no País, a Anacom registou 4065 telefonemas para a linha de apoio da TDT por parte de pessoas que ficaram sem televisão por não se terem preparado atempadamente. Desse número, 1600 chamadas registaram-se na primeira fase, que terminou a 23 de Fevereiro, e 201 na segunda fase, quando se deu o desligamento do sinal analógico de televisão nos Açores e na Madeira. Após o ‘apagão’ de 26 de Abril registaram-se 2264 chamadas telefónicas.

Apesar do processo de implementação da Televisão Digital Terrestre estar concluído, o processo de migração para a TDT ainda continuará nas próximas semanas ou meses, visto que nem todas as pessoas fizeram ainda a adaptação para a televisão digital. “Os emigrantes que virão a Portugal no Verão farão a migração apenas nessa altura, o mesmo acontecendo a muitas pessoas que têm segunda habitação, havendo ainda seguramente casos em que as pessoas vão fazendo faseadamente a adaptação dos segundos e terceiros televisores”, adianta a Anacom.

Por isso, o prazo de vigência do programa de subsidiação e de comparticipação foi prolongado até 31 deA, de modo a que aqueles que apenas tardiamente consigam fazer a migração não fiquem lesados e possam ainda beneficiar desses apoios, mesmo migrando depois de estar concluído o ‘apagão’.

Recorde-se que existe um subsídio equivalente a 50% do preço do equipamento descodificador, terrestre ou satélite, com o limite de 22 euros a que têm direito os beneficiários do Rendimento Social de Inserção, reformados e pensionistas com rendimento até 500 euros mensais e os portadores de um grau de deficiência igual ou superior a 60%.

A Anacom criou ainda um subsídio à instalação de antenas, incluindo parabólicas, no valor de 61 euros, destinado a pessoas com 65 ou mais anos de idade que vivam em situação de isolamento social e que estejam como tal referenciadas pela segurança social.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/

28
Abr12

Lei prevê canal infantil na TDT

adm

No dia do desligamento do sinal analógico de televisão [26 de Abril], o grupo parlamentar do PS entregou uma proposta na Assembleia da República para alargar a oferta na TDT, a qual inclui a criação de um canal infantil, conforme previsto na lei. Mas deputados da maioria consideram que, face ao actual contexto económico, isso é insustentável.

"Se me disserem que há um défice de programação infantil, diria que sim. Agora, criar um canal? Não me parece", diz ao CM Francisca Almeida, do PSD. Opinião partilhada por Raúl de Almeida, CDS: "Que haja reforço de programação infantil estamos de acordo, mas a criação de um novo canal não parece sensato".

Raúl de Almeida alerta ainda para o facto de que, para a alienação de um canal, a lei e o contrato de concessão de serviço público "serão reconfigurados".

O projecto de resolução propõe aumentar a oferta TDT com a " inclusão de canais como a RTP Informação e RTP Memória e a criação de um canal infanto-juvenil", explica Inês de Medeiros, do PS. E recorda ainda a possibilidade de aumentar a oferta na TDT até nove canais gratuitos, avançada pela Anacom.

Entretanto, esta entidade registou, até às 15 horas de ontem, cerca de 1150 telefonemas para a linha de apoio da TDT, da parte de pessoas que ficaram sem TV. O desligamento dos últimos emissores analógicos afectou 1,9 milhões de pessoas, cerca de 730 mil famílias, sendo que, aproximadamente 70% assinam um serviço de televisão paga.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


26
Abr12

TDT: cobram «barbaridades» às pessoas

adm

A Anacom tem recebido queixas de que há instaladores de equipamentos da TDT a cobrar «barbaridades» às pessoas. Por isso, o presidente da entidade, Amado da Silva, apelou à cidadania.

«É preciso ter a garantia absoluta de que as pessoas se dirigiram aos sítios certos», disse Amado da Silva, citado pela Lusa, após a cerimónia que assinalou o final definitivo das emissões televisivas analógicas em Portugal na transição para a Televisão Digital Terrestre (TDT).

Segundo o responsável, há pessoas que podem pagar 20 euros pela transição para o digital e outras que podem pagar 120. «Pode acontecer, com certeza que pode. O problema das médias é esse. Há pessoas que ficam perfeitamente discriminadas».

Cinquenta e cinco anos de televisão analógica tiveram hoje o seu ponto final com o desligamento dos últimos transmissores desse sinal, numa cerimónia que decorreu nas instalações da Anacom no Porto.

Com o desligamento dos últimos 15 emissores analógicos, entre os quais os do Marão, Montejunto e Monte da Virgem, e mais de uma centena de retransmissores analógicos, o plano de «switch off» fica concluído, deixando o sinal analógico de ser emitido «em definitivo em todo o território de Portugal».

O fim das emissões televisivas em sinal analógico ocorre três anos após a decisão em Conselho de Ministros e mais de 10 anos depois de falhada a primeira tentativa de introduzir a TDT.

Por seu lado, a Deco considera que o processo de acompanhamento do fim do sinal analógico de televisão foi «imperfeito», causou «transtorno e incómodo» às pessoas e que os testes realizados no terreno confirmaram várias das reclamações que receberam.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

24
Abr12

TDT em pleno a partir de 5ª feira. Processo «corre bem»

adm

A televisão analógica dá o último suspiro esta quinta-feira, dia 26 de abril. A partir daí é o tempo da televisão digital terrestre. Em pleno. A dois dias do fim das emissões em sinal analógico, o administrador da Anacom, Eduardo Cardadeiro diz que o processo de transição para a TDT «está a decorrer de forma pacífica».

O plano de switch-off do sinal analógico arrancou a 12 de janeiro na faixa litoral de Portugal continental, embora o primeiro passo tenha acontecido em maio do ano passado, com o desligamento do emissor de Alenquer.

Na quinta-feira, cerca das 12:00, serão desligados os últimos emissores e transmissores analógicos, o que culmina numa nova era para a televisão portuguesa, com o país a estar coberto apenas com o sinal digital.

Para a Anacom - Autoridade Nacional das Comunicações, ainda é cedo para se fazer um balanço da introdução da televisão digital terrestre (TDT), que foi alvo de críticas sobre os preços dos descodificadores, a cobertura, o prazo para a introdução ou o número reduzido de canais.

«Houve uma perceção por parte de alguns agentes de que a situação seria muito mais crítica do que aquela que acabou por ser», disse à Lusa Eduardo Cardadeiro. «O processo decorreu e tem estado a decorrer de forma razoavelmente pacífica, sem grande perturbação».

A Anacom tem uma equipa que monitoriza todo o processo e técnicos realizam fiscalizações no terreno.

Atualmente, o número de fiscalizações ascende a 200, nas quais se inclui aquelas que são feitas sobre o mercado e medições de sinal para verificar cobertura e qualidade de rede. Neste caso, cerca de 80% revelam que os problemas de má receção têm origem nas instalações.

Os restantes 20% referem-se a casos de pessoas que estão em zonas de satélite, mas que compraram descodificadores TDT, pelo que não conseguem receber o sinal. «Não detetámos qualquer situação em que houvesse problemas com o sinal TDT ou com a rede TDT».

Em termos de reclamações sobre a TDT, estas rondam as 3.200, o que, entender daquele responsável, «são valores muito baixos, tendo em conta o número de reclamações que recebemos na Anacom sobre comunicações eletrónicas».

Os inquéritos sobre a TDT, que a Anacom tem vindo a realizar, demonstraram «dados interessantes» como a «enorme percentagem de população que não via os quatro canais de televisão em condições» com o sinal analógico, uma perceção que a maioria das pessoas não tinha.

Ou seja, «23% não via os quatro canais sem interferências, esta era uma realidade que não estava nas pessoas». 

O processo de transição tecnológica «está a ser mais simples do que muitos vaticinaram, mas não quer dizer que não vá haver alguns problemas, nomeadamente no dia 26, quando se desligar o sinal».

Isto porque, tendo em conta os dados do inquérito de março, em que havia 10% das famílias que necessitavam de migrar e ainda não estavam adaptadas, haverá algumas que «temporariamente vão ficar sem televisão» por ainda não o terem feito.

O administrador deu como exemplo o que se passou na semana passada em Londres, quando um milhão de famílias ficou sem televisão por o sinal analógico ter sido desligado.

Apesar de há um ano terem sido as primeiras a despertar para a TDT, há pessoas em Alenquer que vão deixar de ver televisão a partir de quinta-feira, quando se desligar o sinal analógico em todo o país.

A vila de Alenquer foi a primeira de Portugal a deixar de ver televisão por via analógica e a passar para a televisão digital terrestre (TDT), com o desligamento do retransmissor local (que abrangia apenas a vila) a 12 de maio.

Ainda assim, nem toda a população do resto do concelho - servido pelo emissor de Montejunto, que agora será também desligado - despertou para a mudança e há mesmo quem corra o risco de ficar sem ver televisão.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/m

22
Abr12

Televisão analógica dá último suspiro na quinta-feira - ANACOM

adm

As últimas transmissões televisivas em sinal analógico terminam em Portugal dia 26 de abril, mais de três meses depois do arranque do desligamento na faixa litoral, envolta de críticas sobre a forma de introdução da TDT.

Na próxima quinta-feira, dia 26 de abril, serão desligados os últimos 15 emissores analógicos, entre os quais os do Marão, Montejunto, Monte da Virgem e Marão, de acordo com a informação disponibilizada pela Anacom - Autoridade Nacional das Comunicações na sua página eletrónica.

Nesse dia também serão desligados mais de uma centena de retransmissores, sendo esta é a última etapa do processo de migração para a Televisão Digital Terrestre (TDT), mais de 10 anos depois da primeira tentativa de introdução da tecnologia em Portugal ter falhado.

fonte:http://www.destak.pt

21
Abr12

Televisão analógica termina emissões dentro de uma semana

adm

Na próxima quinta-feira, 26 de Abril, Portugal vai deixar de receber as emissões de televisão em sistema analógico. Depois dos primeiros “apagões” que deixaram a faixa litoral do continente, a 13 de Janeiro e as Regiões Autónomas, a 22 de Março, sem acesso ao sinal analógico, chega agora a vez do interior de Portugal continental ficar sem TV analógica.
Assim, a partir do próximo dia 26 de Abril quem não possuir serviços de televisão por subscrição, e se receber o sinal através de uma antena convencional, terá obrigatoriamente que mudar para a TDT – Televisão Digital Terrestre ou então deixará de ver televisão.
A TDT já está a emitir em Portugal desde 2009 em simultâneo com as emissões analógicas. Se tiver a sua antena orientada para o emissor do Mendro ou para outro retransmissor, deverá orientar a sua antena ao emissor TDT mais próximo. Na região do Baixo Alentejo existem emissores da Televisão Digital Terrestre instalados em Beja, Serpa, Ferreira do Alentejo, Castro Verde, Almodôvar, Mértola, Barrancos, Odemira, Santiago do Caçém, Sines, Grândola e Alcácer do Sal, pelo que deve orientar a sua antena.
Para além de qualidade de imagem e som superiores a TDT proporciona também acesso ao Guia de Programação Electrónica e gravação de emissões de TV, dependendo do equipamento que possua.
Se ainda não tem equipamento, deverá adquirir o seu descodificador com a norma Mpeg 4 H.264 ou uma TV compatível com a TDT portuguesa e se necessário instalar uma nova antena para poder continuar a visualizar os quatro canais nacionais de sinal aberto.

fonte:http://www.radiopax.com/n

16
Abr12

Qualidade da imagem melhora com passagem para a TDT

adm

Dois em cada três inquiridos num estudo realizado pela Marktest consideram que a definição da imagem melhorou com a passagem para o serviço de televisão digital, comparativamente à oferecida pelo sinal analógico. 

Para 25%, a qualidade da imagem está igual, revela igualmente o inquérito, realizado no início de março, abrangendo 1.603 lares de Portugal Continental que não possuíam serviços de televisão paga e que recebem atualmente o sinal digital. 

Relativamente à receção do sinal analógico de televisão, 23% dos lares que já estavam preparados para ter televisão digital na altura do inquérito recebiam pelo menos um dos quatro canais generalistas com interferências ou não recebiam todos os canais, havendo neste grupo 8% dos inquiridos que recebiam todos os canais com interferências. 

Na televisão digital, entre os lares que já estão preparados para o switch off de 26 de abril, apenas cerca de 4% dos lares recebe por vezes o sinal com interferências ou com a imagem a ser interrompida momentaneamente, acrescenta-se numa nota à imprensa. 

O estudo revela ainda que 41% dos lares consideram que a qualidade do som melhorou com a passagem para a televisão digital, embora a maioria refira que está igual (51%). 

Indica-se igualmente que entre os lares que optaram pela caixa descodificador, pelo kit ou por satélite para receber a TDT, 26.3% possuem equipamentos com funcionalidades avançadas como pausa TV, gravação de emissões ou agendamento de gravação. 

Recorde-se que o desligamento final do sinal analógico de televisão está marcado para o próximo dia 26, momento a partir do qual Portugal passará a ter apenas emissões digitais. 

fonte:http://tek.sapo.pt/

12
Abr12

Mais canais na TDT 'aumentam emprego'

adm

A alteração à lei da televisão prevista para este ano irá permitir a venda de um dos canais da RTP e a emissão do Canal Parlamento numa das frequências disponibilizadas pela Televisão Digital Terrestre (TDT), afirmou o ministro Miguel Relvas, esta semana.

Mas, para Nuno Bernardo, director da Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas (Addict), a emissão do Canal Parlamento em sinal aberto «parece mais uma solução de curto prazo para mostrar que afinal a TDT não tem apenas os quatro canais que já tinha» no sistema analógico.

A associação – que integra a RTP, o jornal Público, a Ordem dos Arquitectos, a empresa de tecnologia Ydreams, a Fundação de Serralves e universidades ligadas à formação para a indústria do audiovisual – considera que mais canais nacionais na oferta da TDT poderiam «impulsionar» o sector da produção independente, com consequente «aumento do emprego, do volume de negócios e da exportação de conteúdos». E, de acordo com Nuno Bernardo, o Canal Parlamento «em nada vem impulsionar o sector», nem «satisfazer a população relativamente ao processo de transição para o sistema digital de TV».

Para o director da Addict, faria sentido haver um canal de documentários, outro de programas infanto-juvenis – com conteúdos nacionais produzidos por empresas nacionais – e canais como o Porto Canal, o Canal Q e a SIC Radical. «Em muitos países, os operadores colocam um dos seus canais na TDT para promoverem os canais complementares, recuperando este investimento em receitas publicitárias adicionais».

A passagem do sistema analógico para a TDT teve início a 12 de Janeiro e o apagão final está previsto para 26 de Abril. Nessa data, o Norte e interior do país passarão a necessitar de um descodificador ou de uma antena para captar o sinal por satélite para ver televisão – à semelhança do que já acontece no resto do território continental e nas ilhas. Isto se a população não tiver aderido a um pacote de pay TV.

A TDT abre espaço para cerca de 50 novos canais em sinal aberto, mas até agora – e apesar de o processo de migração ter começado em testes em Maio de 2011 – apenas quatro estão disponíveis. Este facto leva Nuno Bernardo a dizer que com a TDT, tal como está hoje, «perdem as populações, a economia e o país, que tinha uma oportunidade de ouro de impulsionar a mais importante das indústrias do futuro – a dos conteúdos digitais».

fonte:http://sol.sapo.pt/i

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